UPE vai conceder bolsa de apoio financeiro para estudantes de graduação em vulnerabilidade socioeconômica

A Pró-reitoria de Graduação (Prograd) da Universidade de Pernambuco vai abrir seleção para a oferta de 187 bolsas de apoio financeiro para estudantes de graduação com vulnerabilidade socioeconômica, que não exerçam atividade remunerada e que se encontrem devidamente matriculados nas Unidades de Educação da UPE.

As inscrições poderão ser feitas no período de 23 de abril a 10 de maio. A oportunidade é válida tanto para alunos veteranos quanto para ingressantes da UPE. A seleção de Bolsas de Permanência e de Desenvolvimento Acadêmico integra o Programa de Fortalecimento Acadêmico. O valor total disponibilizado será de R$ 431,6 mil.

As bolsas são destinadas aos alunos em maior vulnerabilidade econômica e social, independentemente da unidade em que foram matriculados. Haverá também bolsas emergenciais/eventuais que têm por objetivo auxiliar financeiramente os acadêmicos  regularmente matriculados que estejam com dificuldades socioeconômicas emergenciais, comprovadas/evidenciadas, inesperadas e momentâneas, que coloquem em risco a sua permanência na universidade. 

As bolsas serão distribuídas da seguinte forma: 145 para alunos veteranos, incluindo-se os ingressantes 2020.1, com valor mensal de R$ 260 para cada bolsa, com duração de dez meses; 30 para alunos ingressantes da 2ª entrada de 2020 (2020.2), com valor mensal de R$ 260 para cada bolsa, com duração de cinco meses; 12 para situação emergencial/eventual com valor mensal de R$ 260 para cada bolsa, com duração de cinco meses.

Para efetuar sua inscrição, o candidato deve, no período indicado no cronograma, adotar os seguintes procedimentos: acessar o endereço eletrônico da UPE (http://www.upe.br/pfa2), tomar ciência das normas do Edital e preencher, de acordo com as instruções específicas, o formulário que estará disponibilizado online no acesso restrito do aluno.

EDITAL EM PDF

Professora e aluna da UPE escrevem artigo sobre o crescimento dos programas de mestrado profissional no Estado de Pernambuco

A professora do Instituto de Ciências Biológicas e sua aluna do Programa de Pós-Graduação em Administração - Gestão do Desenvolvimento Local Sustentável da Faculdade de Ciências de Administração da Universidade de Pernambuco, Mariana Guenther e Maria José de Lima escreveram um artigo sobre o “Crescimento dos Programas de Mestrado Profissional no Estado de Pernambuco”.

O trabalho foi publicado na revista Research, Society and Development, uma publicação científica multidisciplinar voltada para a promoção do desenvolvimento social, científico e tecnológico por meio da publicação de achados ocorridos em diferentes áreas.

O artigo, de oito páginas, faz uma análise do panorama atual dos programas de mestrado profissional no estado. “Percebemos um importante crescimento na quantidade desses programas na última década (2010/2020), nas mais diversas áreas do conhecimento, principalmente nas Instituições de Ensino Superior Públicas”, explica Mariana Guenther.

De acordo com as autoras, os desafios enfrentados por esses programas foram discutidos no trabalho. Tanto em relação aos critérios de avaliação, que costumam estar muito atrelados aos critérios de avaliação dos Programas de Mestrado Acadêmico, quanto às estratégias de financiamento aos projetos de pesquisa e a concessão de bolsas aos discentes.

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Artigo de professores e bolsistas da UPE destaca impacto social das ações extensionistas universitárias

Um artigo dos professores da Universidade de Pernambuco Hígor Monteiro (Campus Garanhuns) e Josiete Mendes (Campus Salgueiro) e das bolsistas da Coordenação Setorial de Extensão da UPE, Bárbara Batista e Miriam Ribeiro, ambas do Campus Garanhuns, integra a edição mais recente da revista Práxis: Saberes da Extensão, uma publicação quadrimestral do Instituto Federal da Paraíba (IFPB).

O texto de 14 páginas, intitulado “Extensão universitária na UPE multicampi: avaliação dos indicadores de 2018 e 2019”, descreve as principais características de um conjunto de 40 ações extensionistas aprovadas em edital da UPE. Os resultados apresentados no trabalho evidenciam um alto número de atividades na área de saúde, assim como uma grande contribuição para o desenvolvimento econômico, social e cultural das regiões abrangidas por estas ações.

Os autores perceberam avanços no sentido de valorização da extensão por parte da gestão acadêmica, o que incentiva professores, servidores e estudantes a se envolverem de forma proativa nas atividades extensionistas. Por outro lado, destacam a falta de participação da sociedade civil nos fóruns deliberativos da extensão. “Assim, entende-se como fundamental a sua inclusão nesse momento como forma de planejar e aproximar a universidade do seu principal público-alvo”, destacam.

O artigo pode ser lido na íntegra através deste link: https://periodicos.ifpb.edu.br/index.php/praxis/article/view/4957.

Nota oficial do Consórcio Universitas sobre a necessidade de preservação do trabalho desenvolvido pela CAPES

As instituições de ensino superior pernambucanas que formam o Consórcio Universitas se unem a outras entidades acadêmicas e científicas do País para expressar sua profunda preocupação com a preservação da qualidade do trabalho desenvolvido pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES), que tem tido papel fundamental na formação de recursos humanos de alto nível e na consolidação da pós-graduação no Brasil.

A complexidade do momento atual exige respostas urgentes da ciência brasileira e, mais do que nunca, o papel da CAPES de indutor do desenvolvimento científico e tecnológico se faz de extrema relevância. Não podemos concordar, portanto, com a interrupção e descontinuidade frequentes nas ações da instituição, ameaçando provocar retrocessos e comprometer seu futuro.

Defendemos que cargos como o de presidente da CAPES sejam ocupados por pessoas não apenas com qualificação técnica, mas também com profundo conhecimento sobre a pós-graduação e o sistema educacional brasileiro. É imprescindível também que seja capaz de dialogar com toda a comunidade científica e liderar a construção de uma política nacional de pesquisa e pós-graduação.

A CAPES é, sem dúvidas, hoje a grande responsável pela qualidade da pósgraduação brasileira. O seu bem-sucedido sistema de avaliação dos programas de pósgraduação contribuiu enormemente para o avanço da pesquisa e da inovação tecnológica no País. Ao longo dos seus quase 70 anos de fundação, tem trabalhado incansavelmente para elevar o nível da pesquisa no Brasil bem como no apoio à formação e capacitação de docentes, estudantes de graduação e pós-graduação por meio do fomento de bolsas e auxílios de pesquisa dirigidos aos programas de pós-graduação no País.

O Brasil é hoje uma referência internacional na formação qualificada de mestres e doutores graças ao trabalho devotado de grandes cientistas brasileiros que estiveram à frente da CAPES ao longo de sua trajetória. Precisamos, portanto, preservar essa instituição, que é um orgulho para todos os pesquisadores brasileiros.

UNIVERSIDADE CATÓLICA DE PERNAMBUCO (UNICAP) -  Prof. Dr. Pe. Pedro Rubens Ferreira Oliveira, S.J. - Reitor

UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO (UFPE) - Prof. Dr. Alfredo Macedo Gomes - Reitor

UNIVERSIDADE FEDERAL RURAL DE PERNAMBUCO (UFRPE) - Prof. Dr. Marcelo Brito Carneiro Leão - Reitor

UNIVERSIDADE FEDERAL DO VALE DO SÃO FRANCISCO (UNIVASF) - Prof. Dr. Paulo César Fagundes Neves - Reitor

UNIVERSIDADE FEDERAL DO AGRESTE DE PERNAMBUCO (UFAPE) - Prof. Dr. Airon Aparecido Silva de Melo - Reitor

UNIVERSIDADE DE PERNAMBUCO (UPE) - Prof. Dr. Pedro Henrique de Barros Falcão - Reitor

 

NOTA OFICIAL EM PDF

Reitor da UPE e secretário de Ciência, Tecnologia e Inovação prestigiam posse de novos diretores do Campus Petrolina

O Campus Petrolina da Universidade de Pernambuco tem nova administração. Em cerimônia na tarde desta segunda-feira (19) que contou com a presença do secretário de Ciência, Tecnologia e Inovação (Secti) Lucas Ramos e do reitor da UPE Pedro Falcão, os professores Tarcísio Fulgêncio Alves da Silva e Maria Aline Rodrigues de Moura assumiram os cargos, respectivamente, de diretor e vice-diretora para o quadriênio 2021-2025. O evento teve transmissão ao vivo pelo canal UPE nas Redes no YouTube.

O novo diretor do Campus Petrolina afirmou, em seu discurso, que sua gestão, em parceria com Aline Rodrigues, vai cumprir os requisitos que regem a UPE: autonomia, gestão democrática, pluralismo de ideias, ética e responsabilidade social.

Tarcísio destacou a longa trajetória de consolidação do ensino superior no Sertão do São Francisco desde a fundação da Faculdade de Formação de Professores de Petrolina, em 1968, que deu origem a uma unidade da Universidade de Pernambuco que é destaque em cursos de Pedagogia e na área de Saúde.

O secretário de Ciência, Tecnologia e Inovação Lucas Ramos afirmou que o Campus Petrolina tem uma diretoria eleita por todos os representantes desta unidade da UPE em um momento que o cenário universitário brasileiro sofre ataques à democracia, à ciência, à produção científica. Segundo ele, o papel da universidade é a construção de um futuro melhor.

Como exemplo, Lucas Ramos ressaltou que, em pleno cenário de pandemia de Covid-19, a clínica de fisioterapia do Campus Petrolina vai se tornar referência na área de reabilitação pulmonar.

Encerrando a cerimônia, o reitor Pedro Falcão desejou sorte aos novos diretores e enfatizou que a posse ocorre no mesmo dia em que as instituições públicas de ensino superior de Pernambuco que integram o Consórcio Universitas lançaram uma campanha integrada para destacar a obra do educador Paulo Freire no ano do seu centenário de nascimento.

Citando o patrono da educação brasileira, o reitor disse que a UPE deve participar do projeto de desenvolvimento de Pernambuco, para que o estado seja socialmente justo, economicamente viável e ambientalmente sustentável.

Pedro Falcão parabenizou a gestão anterior da professora Leilyane Conceição de Souza Coelho, que se encerra realizando um papel importante na restruturação do Campus Petrolina. Segundo ele, o trabalho da UPE nos seus 30 anos de existência é uma obra de construção coletiva, devendo-se valorizar o que foi feito pelas gerações anteriores. "Neste cenário incerto, devemos perseverar na nossa  responsabilidade com a sociedade", defendeu.