UPE fará parte de projeto aprovado no edital do INCT

O Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) e o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) divulgaram, no último dia 11/05, a relação dos projetos de pesquisa que receberam recomendação para financiamento no Edital Institutos Nacionais de Ciência e Tecnologia (INCTs) 2014. Do total de 345 propostas submetidas, 252 foram selecionadas na fase inicial.

 

A Universidade de Pernambuco (UPE) fará parte do projeto “Smart Industry”, da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), que tem a coordenação do professor da instituição, Antônio de Pádua Braga, coordenando o “Work-Package-8: Smart Logistics”, sob a liderança do professor da Escola Politécnica da UPE (Poli), Fernando Buarque.

O projeto da UFMG terá, ainda, como parceiros a Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), a Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), o Centro Federal de Educação Tecnológica de Minas Gerais (CEFET-MG), a Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), a Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ), a Universidade Federal de Lavras (UFLA), a Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), o Instituto Federal do Rio Grande do Norte (IFRN), a Faculdade de Campinas (FCAMP), a Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG). Além de 15 empresas e cerca de 70 pesquisadores.

Confira aqui a relação. 

INCTs - são 101 centros de pesquisa multicêntricos brasileiros. O objetivo desses centros é desenvolver a pesquisa e criar patentes para o país. O programa é conduzido pelo Ministério da Ciência e Tecnologia (MCT), por meio do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), em parceria com a Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES), Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e diversas fundações de amparo à pesquisa estaduais.

Chamada pública - destina-se a pesquisadores de reconhecida competência nacional e internacional na sua área de atuação, beneficiários de bolsa de Produtividade em Pesquisa ou bolsa de Produtividade em Desenvolvimento Tecnológico e Extensão Inovadora, nível 1 CNPq ou perfil equivalente, com capacidade para liderar projetos complexos e com vários participantes, e liderança demonstrada por publicações de impacto em revistas científicas, patentes nacionais ou internacionais, e expressivo resultado em orientação de dissertações ou teses e supervisão de pós-doutores.

Esta é a maior chamada pública da história do CNPq, com R$ 641,8 milhões. Desse total, R$ 300 milhões vêm do governo federal, por meio da própria agência financiadora do MCTI, da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes/MEC) e do Fundo Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (FNDCT). O edital foi publicado em 2014.

Em razão de suas especificidades, não há periodicidade pré-definida. Foram realizadas três chamadas até hoje: a primeira, em 2008 (Edital 15/2008), contemplou todas as áreas do conhecimento e propiciou a criação de 122 institutos nacionais. A segunda, em 2010 (Edital 71/2010), permitiu a criação de três institutos destinados a pesquisas no mar.